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Participe dessa pesquisa e acesse uma oportunidade rara em rentabilidade!

Atenção, se seus recursos demandados/aplicados forem iguais ou superiores a R$300.000, nós garantimos uma oportunidade de empréstimo x investimento, no mínimo, 5 vezes mais vantajosa que a sua oferta atual. Responda a pesquisa abaixo:

1. Quanto sua empresa paga por seus empréstimos (o percentual de juros cobrado por sua instituição bancária ou cedente do crédito)?

2. Quanto você ou sua empresa são remunerados por seus investimentos ou aplicações (em percentual)? Entendeu?

Exemplo: sua empresa contrata empréstimos para capital de giro a 1,8% ao mês e é remunerada em seus investimentos em 0,8% ao mês – nesse caso, se suas aplicações e empréstimos forem equivalentes no montante (o que seria bastante insólito já que, preferivelmente, você deveria utilizar o dinheiro aplicado em lugar de tomar um empréstimo), você estaria perdendo 1% ao mês.

Para você, RESPEITADAS AS POLÍTICAS DE CRÉDITO E GARANTIAS, a Cabedal apresenta opções em crédito x financiamento de até 0,85% a.m. e até 3,55% de rentabilidade líquida.

O que você acha disso? Agora responda a pesquisa e para participar, compartilhe com pelo menos 1 amigo: salve-se dos empréstimos cruéis e das péssimas aplicações!

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Diferenças entre empréstimo e financiamento: você sabe quais são?

Comumente confundidos, estes dois termos aparecem nas fachadas dos bancos e em materiais gráficos de divulgação de financeiras, e confundem muitas pessoas…

Se você é uma delas, segue conosco aqui que vamos ajudar a clarear as ideias!

  1. Empréstimo: Ao solicitar um empréstimo você não precisará justificar a razão pela qual está pegando o recurso. Também não precisará, na maioria das vezes, deixar alguma garantia para receber o valor. No entanto, por conta do risco que a instituição está enfrentando, ela cobra juros altos antes de liberar o valor.
  2. Financiamento: Por outro lado, se você tem o objetivo de adquirir um imóvel, veículo, maquinário ou outro bem específico, pode solicitar um financiamento. Aqui o bem entra como garantia e por isso os juros costumam ser mais baixos e as parcelas, mais longas. O valor recebido tem uma finalidade definida e não poderá ser usado para nada além. Existe ainda outro termo muito conhecido, o consórcio.

Você sabe o que difere ele dos outros itens acima? Veja nesse post aqui.

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É cilada, Bino!

Talvez você tenha já caído em um golpe e não saiba. Será?

Tome muito cuidado antes de contratar um empréstimo ou financiamento!

Normalmente, se algo parece bom demais para ser verdade é porque não é mesmo verdade… infelizmente, amigo! Atenta a tudo o que se passa no mercado, a equipe Cabedal cruzou com uma matéria obrigatória do Correio (da Bahia) sobre esses golpes e riscos.

Confira! Ah, e antes de pensar em empréstimos e financiamentos empresariais, fale conosco!

Veja o que está por trás das ofertas de crédito fácil

Na terceira matéria da série Mitos e Verdades, especialistas mostram cinco armadilhas para ficar em alerta na hora de contratar um empréstimo

Aquela proposta de crédito fácil que chega seduzindo o consumidor que está no sufoco nem sempre vai tirar seu orçamento do vermelho. No desespero dá para pensar que o dinheiro caiu do céu, principalmente para aqueles que estão com o nome negativado nos órgão de proteção de crédito.

Porém, a verdade é que, como diz aquele ditado, ‘quando a esmola é demais, o santo tem que desconfiar’.

E precisa desconfiar mesmo, porque pode ser um truque. Na terceira reportagem da série da Carteira Correio sobre os Mitos e Verdades, especialistas em educação financeira vão mostrar estas situações que colocam o consumidor em risco na hora de contratar um empréstimo em financeiras.

O fato é que as pequenas e longas parcelas enganam e escondem um custo de financiamento que, muitas vezes, passa do dobro do valor que foi emprestado. “Isso faz com que o valor do crédito que cairá na conta seja menor do que se esperava, pois serão descontadas as taxas de serviços aplicáveis”, pontua a executiva-chefe de Operações da Geru Empréstimos Online, Tatiana Floh.

Por isso, não basta pesquisar taxas, mas também observar a reputação da instituição financeira. O alerta é do especialista em finanças pessoais e fundador do portal Konkero, Guilherme de Almeida Prado. “Inúmeros golpistas se fazem passar por bancos ou financeiras. Para empréstimo pessoal e consignado não é necessário pagar nada para ter a liberação, e não confie em ofertas com taxas extremamente baixas comparadas às praticadas no mercado”.

1. É GOLPE

‘A jornada é sempre a mesma: ofertas tentadoras que são usadas como ‘iscas’ para fraudadores’, afirma Tatiana Floh

Ofertas sedutoras Os golpes são antigos e mais comuns do que se imagina. Segundo a executiva-chefe de Operações da Geru Empréstimos Online, Tatiana Floh é preciso ficar ligado ao tipo de abordagem. “Hoje em dia elas são mais utilizadas por ferramentas como WhatsApp e redes sociais. A jornada é sempre a mesma: ofertas muito tentadoras que são usadas como ‘iscas’ pelos fraudadores”, destaca. Um risco grande para quem está sensibilizado por uma situação financeira complicada. “Ligações que solicitam dados ou permitem a contratação por telefone, sem  algum protocolo de segurança podem ser um indício da ação de oportunistas. Nenhuma empresa vem até a residência do cliente para recolher senhas, cartões de movimentação de conta vencidos ou bloqueados em troca de crédito”.

2. SALVAÇÃO PARA OS NEGATIVADOS

‘A questão é que por conta do risco, os juros são altíssimos’, analisa, Guilherme Almeida Prado

Não existe crédito sem custo A verdade é que assim como Papai Noel, duende ou coelho da Páscoa, não existe empréstimo mais barato para aqueles que estão com o nome negativado na praça. “A maior parte dos grandes bancos não concede empréstimos para negativados e só algumas financeiras oferecem para esse público. A questão é que por conta do risco, a cobrança desses juros é altíssima”, afirma o especialista em finanças pessoais e fundador do portal Konkero, Guilherme de Almeida Prado. Algumas financeiras, inclusive, chegam a argumentar que praticam a mesma taxa para clientes que estão com o nome limpo nos órgãos de proteção ao crédito. “É um custo que acaba comprometendo ainda mais a situação financeira, incorrendo no risco de não conseguir honrar o pagamento dessas parcelas e aumentar a um nível monstruoso o tamanho desta dívida”. Assim, o que era solução se torna um problema ainda maior: “É fundamental comparar antes de contratar, pois podem existir diferenças significativas”, completa Prado.

3. PACOTE NÃO FAZ MILAGRE

‘É importante tirar todas as dúvidas e entender qual a dívida que tem que ser paga’, destaca Davi Holanda

Serviços embutidos Nenhuma contratação de crédito pode estar vinculada a um pacote de serviços, como a contratação de um seguro, por exemplo. O alerta é do presidente da Acesso Soluções Financeiras, Davi Holanda. “É importante tirar todas as dúvidas e entender qual dívida que terá que ser paga”. Ainda de acordo com  ele, o problema mora naquelas aquelas letrinhas miúdas que quase ninguém enxerga e muitas vezes acaba deixando de ler. “Elas acabam expondo o consumidor aos pacotes milagrosos que fica vulnerável, sem saber o que realmente contratou e o quanto isso custou”, pontua. Os prazos extensos só redobram a atenção e a necessidade de um bom planejamento financeiro na hora de contratar um empréstimo, como aconselha o especialista: “Antes de tudo, crie uma rotina de cuidado com o dinheiro. Entenda o quanto ganha, gasta e o quanto guarda. O controle financeiro permite que o consumidor não precise recorrer a outros serviços de empréstimo. São cuidados essenciais para manter a saúde financeira”.

4. CRÉDITO NÃO TÃO FÁCIL ASSIM

‘A oferta de prestações pequenas escondem os juros mensais’, ressalta Edval Landulfo

Parcelas que não terminam nunca Sempre tem inúmeras taxas e custos extras embutidas na contratação do crédito. Quanto mais fácil, maior o custo. “A oferta de prestações geralmente pequenas esconde o pagamento de juros mensais que não amortizam o principal da dívida, portanto, o cliente perderá durante muito tempo um bom dinheiro apenas pagando os juros dessa linha de crédito”, analisa o economista e educador financeiro Edval Landulfo. As principais vítimas do crédito fácil costumam ser os pensionistas e aposentados. “Como a certeza dos pagamentos que têm data certa para cair na conta, eles se tornam ‘os queridinhos’ das financeiras”. Por isso, vale a pena ficar de olho também nos prazos. Quanto maior for o número de parcelas, mas caro o crédito fica. Também evite cair no papo das ofertas de renegociação da dívida antes do final do contrato. É pegar calculadora e fazer as contas do Custo Efetivo Total (CET). “Depois de alguns meses alguém vai te ligar oferecendo um novo crédito e estendendo o período daquele que já tem com taxas ainda maiores”, completa Landulfo.

5. DEPÓSITO ANTECIPADO É CRIME

‘Muito provavelmente você cairá em algum golpee nunca mais verá esse dinheiro’, diz Ricardo Maila

De jeito nenhum Não acredite em financeiras que pedirem algum tipo de depósito antecipado para que o crédito seja liberado. A prática é considerada crime, como chama atenção o especialista em gestão financeira e diretor da Plano Consultoria em Finanças Pessoais, Ricardo Maila. “Isso é proibido pelo Banco Central. Muito provavelmente você cairá em um golpe e nunca mais verá esse dinheiro. Além disso vão pedir cada vez mais e usar diversos motivos”. Não aceite aquelas propostas que tentam justificar o depósito para despesas jurídicas ou como uma espécie de ‘seguro’ pelo empréstimo, ainda que prometa que o valor será abatido das parcelas.  “Diariamente recebo relato disso em nossos canais. Linhas de créditos muito baratas, especialmente que pedem valores de taxas antecipadas são por quase todas as vezes golpes”, analisa. Fica aqui mais um conselho: pesquise sempre a re-putação da instituição que está ofertando o empréstimo no Banco Central, em sites de reclamação e até mesmo nas redes sociais.  “Observe tudo com muita cautela”.

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Principais motivos que levam à recusa na solicitação de crédito

Nem sempre os bancos ou provedores de crédito são claros sobre o porquê de não liberarem os valores para determinadas empresas. Se você já passou por isso, leia abaixo algumas razões pelas quais isso acontece:

1. O histórico no Serasa é ruim e mesmo que atualmente a empresa não esteja inscrita no órgão de proteção ao crédito, a avaliação sobre o risco do não pagamento é negativa.

2. O CNPJ já possui outros valores emprestados/financiados, o que compromete a capacidade de pagamento de novos débitos.

3. Existe restrição no Serasa atualmente e você não sabe.

4. A documentação entregue está incompleta, desatualizada ou desorganizada, o que compromete o julgamento do banco sobre a capacidade de pagamento dos valores tomados. Atualize o balanço patrimonial, DRE, balancete analítico, plano de negócios e a certidão de negativa de débitos.

5. Sua garantia possui documentação irregular ou não cobre, dentro dos parâmetros do banco, o valor tomado.

6. Em casos de financiamento, ter um projeto que mostre claramente para onde os recursos irão faz toda diferença na hora do banco bater o martelo positiva ou negativamente.

E se precisar, conte com a Cabedal para fazer tudo isso por você!

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Sílvio perdeu a casa devido a um empréstimo!

Em 2005, a EspinGraf tinha 26 colaboradores (incluindo os proprietários Sílvio e Luíza), contratos de grande porte e instalações invejáveis. Porém, ante a necessidade de expandir o crédito junto aos fornecedores, o casal decidiu por tomar um empréstimo junto ao seu banco – deixando sua casa de praia como garantia.

Aplicaram os 1.200.000 reais obtidos (e muito esforço) integralmente na gráfica e conseguiram fechar 18 grandes contratos em dois anos: a EspinGraf tornou-se, assim, um sucesso! Em 2009, contudo, ao rever o contrato, a consultoria da empresa concluiu que a gráfica precisaria pagar quase 4 vezes o que devia para quitar seu débito.

A disputa judicial culminou, em 2011, sentenciando que a gráfica suspendesse os pagamentos em definitivo desde que abrisse mão da garantia: a família perdia, assim, o imóvel além de ter desembolsado 450.000 reais. No entanto, ATENÇÃO: os novos contratos da EspinGraf rendiam à época ~300.000 líquidos/mês!

Isso é o que acontece quando sua empresa aplica CORRETAMENTE recursos advindos de empréstimos empresariais: crescimento!

Agora esqueça os juros abusivos dos bancos: a Cabedal tem empréstimos com garantia de imóvel a 0,85% a.m.

Ah, se o Sílvio soubesse disso!