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Sílvio perdeu a casa devido a um empréstimo!

Em 2005, a EspinGraf tinha 26 colaboradores (incluindo os proprietários Sílvio e Luíza), contratos de grande porte e instalações invejáveis. Porém, ante a necessidade de expandir o crédito junto aos fornecedores, o casal decidiu por tomar um empréstimo junto ao seu banco – deixando sua casa de praia como garantia.

Aplicaram os 1.200.000 reais obtidos (e muito esforço) integralmente na gráfica e conseguiram fechar 18 grandes contratos em dois anos: a EspinGraf tornou-se, assim, um sucesso! Em 2009, contudo, ao rever o contrato, a consultoria da empresa concluiu que a gráfica precisaria pagar quase 4 vezes o que devia para quitar seu débito.

A disputa judicial culminou, em 2011, sentenciando que a gráfica suspendesse os pagamentos em definitivo desde que abrisse mão da garantia: a família perdia, assim, o imóvel além de ter desembolsado 450.000 reais. No entanto, ATENÇÃO: os novos contratos da EspinGraf rendiam à época ~300.000 líquidos/mês!

Isso é o que acontece quando sua empresa aplica CORRETAMENTE recursos advindos de empréstimos empresariais: crescimento!

Agora esqueça os juros abusivos dos bancos: a Cabedal tem empréstimos com garantia de imóvel a 0,85% a.m.

Ah, se o Sílvio soubesse disso!