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Agronegócio: perspectivas para 2019

Se você está envolvido com o agronegócio, de uma forma ou de outra está constantemente atento ao mercado mundial, não é verdade? Porque, assim como as bolsas de valores, o mercado agro é sensível a toda e qualquer variação econômica, social ou política de cenários – além, claro, das climáticas.

Se “o bater de asas de uma borboleta influencia tempestades”, o que podemos esperar das negociações entre EUA e China?

Vamos entender!

A abundância de mão de obra, a disponibilidade tecnológica, o crescente investimento em infra-estrutura e o câmbio (quase que maliciosamente) favorável do Yuan perante o dólar americano fazem da China o maior problema macroeconômico dos EUA atualmente. Os americanos preferem comprar produtos e insumos chineses (devido à diferença de preços) e produzir na China (devido aos custos reduzidos de operacionalização e manufatura) mas, infelizmente, não conseguem atingir o imenso mercado consumidor chinês – que, nos dias de hoje, parece ainda mais encantado com a Coréia do Sul.

Como resultado, os EUA perdem postos de trabalho, mercados consumidores, e, por consequência sua balança de pagamentos sofre nitidamente o efeito (da concorrência com os produtos provenientes da) China – que assola, igualmente, grande parte do mundo ocidental.

Como resolver isso? Donald Trump – seguindo suas promessas de campanha – impôs uma série de tributos sobre os produtos importados da China e, esta, por sua vez, vem respondendo na mesma moeda; promovendo, por fim, uma verdadeira guerra comercial entre os dois países, onde uma crescente tributação recíproca torna seus produtos economicamente inviáveis.

Quais os resultados desse desfecho para o Brasil?

Esse cenário, obviamente, implica significativa preferência para o produto brasileiro – tanto por parte dos chineses quanto por parte dos Estados Unidos!

Observe que, aproximadamente 35% das exportações brasileiras dirigem-se a esses dois países: China e EUA, cujos PIB devem aumentar, respectivamente, em 6,5% e 2,9%. Mas, o principal dado: suas preferências (de importação) deverão voltar-se ainda mais para o Brasil – que deverá, assim, aumentar o market share em relação aos concorrentes. Portanto, podemos apostar que o Brasil terá um crescimento no setor agro entre 3,5% – no pior dos cenários – e 14% – no melhor – para os próximos dois anos.

Não deixe sua empresa, projeto ou iniciativa de fora dessa oportunidade?

A Cabedal tem uma surpresa para o setor de agronegócios ainda para essa semana! Quer saber mais?

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Chegou a hora! Porque esse é o momento de expandir…

Ok, vamos provar com poucos argumentos que, sim, você deveria, agora, rever seu plano de expansão (empreendimentos, abrir sua startup, abrir novas vagas de emprego, investimento), chamar seu contador e a equipe Cabedal – claro! – e se preparar para, no mínimo, crescer 30% nos próximos 3 anos. No mínimo!

Mas como? E por que?
Ante tantas incertezas?

Incertezas?

Em primeiro lugar, cuidado com os “economistas de esquerda”! Lembre-se que a maioria dos jornalistas não exatamente afiniza com o governo atual. Se você quer previsões conservadoras siga o próprio Paulo Guedes, sua carreira passa pela Universidade de Chicago e pelo IBMEC (conhecidos por suas “rédeas puxadas”) e as perspectivas do próprio governo serão normalmente mornas ao seu ver.

A maioria dos leitores não conhece Kondratiev, Kuznets ou Juglar, mas, para quem estuda cenários econômicos, esses teóricos fazem muita diferença: suas teorias (“curvas” de retração e crescimento) mostram que estamos prestes a entrar em um novo ciclo de crescimento próximo de 2020. Talvez você tenha lido “O Ponto de Mutação” (Fritjof Capra), que aponta a ciclicidade dos eventos históricas… é exatamente isso.

Se olharmos para o cenário internacional, como em meados da década de 2000, vamos observar que a incerteza é maior lá fora. Afinal de contas, o principal motivo de o Brasil ter “crescido” durante os últimos 20 anos foi o fato de termos tido uma crise de incerteza no exterior. Estamos prenunciando a mesma incerteza… embora por outros motivos: o eixo econômico-social do mundo está se reequilibrando com um novo mega-dealer, a China.

A China já está em Hollywood, dita tendências de moda e exporta até design. Rapidamente ela pareou com os EUA durante a última década e, hoje, é o novo grande investidor mundial… com centenas de startups bilionárias e o maior mercado consumidor do mundo.

Lembre-se ainda que o mercado interno chinês é imenso – como o é o da Índia, igualmente – e muito menos vulnerável as intempéries mundiais que acometem muito mais agressivamente mercados como o norte-americano e europeu.

Assim, com a Europa letárgica e os EUA sofrendo a resistência a Trump (além de negociações instáveis com a China), aguarde muitos investimentos no Brasil… inclusive dos ávidos chineses. E esteja pronto pra isso!

Em 2020 teremos um mercado consumidor muito ativo (lembram do efeito da liberação do FGTS?) e confiante, concorrentes preparados, economia “bombando” e moeda estável!

Você vai ficar de fora?