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Existe realmente um “Novo Normal”?

Estamos certos de que muitas de nossas rotinas foram afetadas pela pandemia do coronavírus, produzindo, em 2020-2021 um novo estado de coisas a que chamamos de novo normal, definido pelo boom da digitalização (nas comunicações, compras e relações de negócios), ascenção do home office e fortalecimento das empresas virtuais (baseadas em TIC).

Mas, adjacentemente, vimos algo acontecer: uma procura febril por segurança financeira!

Absolutamente tudo em que nos assegurávamos para garantirmos nossa estabilidade foi alterado – ou pela crise, ou pelas bem-vindas medidas governamentais: a solidez das empresas em nossa volta, a rentabilidade dos títulos de renda fixa ou os investimentos de “capital velho” (como imóveis e outras formas de patrimônio imobilizado).

Como uma assessoria financeira deveria se portar diante dessas transformações? A Cabedal contou com a consultoria da InFolk Marketing, em “produtização”, para remodelar suas soluções para 2020-2021: lançando novos e exclusivos serviços em “Gestão Estratégica em Finanças”…

Agora, mais do que nunca, a Cabedal estará ao lado dos seus clientes!

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Previsão econômica para o Brasil em 2020

Já abordamos este tema algumas vezes em nossa página e a razão para que façamos isso com tanta frequência é:

cada mudança política e cada decisão dos players mais influentes no cenário econômico-financeiro mudam as expectativas para o futuro.

Mas viemos para dar boas notícias!

Segundo matéria da Jéssica Sant’Ana para a Gazeta do Povo temos dados otimistas para 2020. De acordo com a jornalista, espera-se que o crescimento econômico seja “substancialmente” superior ao observado nos últimos anos, puxado, principalmente, pelo setor privado.

A projeção oficial do ministério da Economia é de que o PIB cresça 2,32%, mas o número deve ser revisto para cima, ficando entre 2,5% a 3%. Se confirmada, será a maior taxa de crescimento da economia brasileira desde 2014, quando começou a recessão, que durou até o fim de 2016.

Em 2017 e 2018, apesar de o Brasil ter saído da crise, o PIB cresceu apenas 1% e 1,1%, respectivamente.

Outras áreas da economia estão muito promissoras, como a taxa de juros, a demanda industrial em alta e a confiança da indústria.

E você, segue otimista em 2020? Deixe seu comentário e opinião, nós queremos saber!

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Alguém ainda acredita que a economia vai mal?

 

Daniel Lopez, jornalista e professor universitário fez um balanço geral dos principais avanços na economia brasileira deste ano.

Pouparemos palavras para que você, nosso leitor, possa dedicar alguns minutos para ouvir as boas notícias que ele traz.

Ps: Uma dica é colocar a reprodução do vídeo em 1.5x, assim o vídeo tem uma duração menor e você ainda poderá usufruir das notícias integralmente.

 

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Atenção empresas da Região Sul do Brasil

Nossas análises apontam que diversos fatores deverão contribuir para que suas atividades aumentem significativamente nos próximos meses – principalmente as diretamente ligadas ao turismo!

Então seja qual for seu negócio, as regiões litorâneas de São Paulo ao Rio Grande do Sul devem ferver nesse verão!

  1. Óleo nas prais do Nordeste: embora se configure um desastre ambiental de proporções imensas, a região sul passará a receber uma quantidade muito maior de turistas nacionais que nos ano anteriores. Isso porque uma imensa massa de viajantes provenientes de Brasília, Mato Grosso, Goiás, Minas etc (que amam praia), para fugirem de (um possível) óleo, devem trocar seu destino turístico e passar o verão no litoral sul do país.
  2. Vistos liberados: você nunca viu tantos turistas falando inglês, certo? Sim, americanos, canadenses, australianos e japoneses agora podem visitar o Brasil sem a necessidade de visto – justamente os que mais gastam! e tem mais…

Você já preparou sua estrutura para receber tantos turistas? Ou para todos os negócios derivados?

Conte com a Cabedal! Nós temos o crédito que a sua empresa precisa!

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5 informações para considerar nas suas finanças em 2020

Bem, o bissexto 2020 será um ano peculiar para o Brasil e para o mundo: você está preparado para se ajustar a todos os cenários possíveis?

Em linhas gerais, teremos o segundo ano do governo Bolsonaro (que tem se mostrado ágil e imprevisível), uma olimpíada (para atrapalhar), as eleições norte-americanas, as eleições municipais brasileiras, a contínua tensão entre esquerdas e direitas mundiais (inclusive na ONU) e a situação comercial ChinaUSA em perene conflito.

No dia-a-dia do mercado, porém, veremos mais consumo, mais tecnologia e a desconstrução de alguns pardigmas fortes na economia. Para complementar, consumidores mais ansiosos e superficiais. E agora, a que, exatamente, atentar?

1. Abertura de acordos de livre (ou quase livre) comércio;

2. Facilitação do empreendedorismo, produzindo mais empresas no mercado;

3. Aumento da concorrência, gerando queda de preços e de juros;

4. Fortalecimento da moeda nacional e maior potencial para exportações;

5. Investidores ávidos por novas variedades de investimentos.

E sua empresa, onde se enquadra nesse contexto? Comente!

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Agronegócio: perspectivas para 2019

Se você está envolvido com o agronegócio, de uma forma ou de outra está constantemente atento ao mercado mundial, não é verdade? Porque, assim como as bolsas de valores, o mercado agro é sensível a toda e qualquer variação econômica, social ou política de cenários – além, claro, das climáticas.

Se “o bater de asas de uma borboleta influencia tempestades”, o que podemos esperar das negociações entre EUA e China?

Vamos entender!

A abundância de mão de obra, a disponibilidade tecnológica, o crescente investimento em infra-estrutura e o câmbio (quase que maliciosamente) favorável do Yuan perante o dólar americano fazem da China o maior problema macroeconômico dos EUA atualmente. Os americanos preferem comprar produtos e insumos chineses (devido à diferença de preços) e produzir na China (devido aos custos reduzidos de operacionalização e manufatura) mas, infelizmente, não conseguem atingir o imenso mercado consumidor chinês – que, nos dias de hoje, parece ainda mais encantado com a Coréia do Sul.

Como resultado, os EUA perdem postos de trabalho, mercados consumidores, e, por consequência sua balança de pagamentos sofre nitidamente o efeito (da concorrência com os produtos provenientes da) China – que assola, igualmente, grande parte do mundo ocidental.

Como resolver isso? Donald Trump – seguindo suas promessas de campanha – impôs uma série de tributos sobre os produtos importados da China e, esta, por sua vez, vem respondendo na mesma moeda; promovendo, por fim, uma verdadeira guerra comercial entre os dois países, onde uma crescente tributação recíproca torna seus produtos economicamente inviáveis.

Quais os resultados desse desfecho para o Brasil?

Esse cenário, obviamente, implica significativa preferência para o produto brasileiro – tanto por parte dos chineses quanto por parte dos Estados Unidos!

Observe que, aproximadamente 35% das exportações brasileiras dirigem-se a esses dois países: China e EUA, cujos PIB devem aumentar, respectivamente, em 6,5% e 2,9%. Mas, o principal dado: suas preferências (de importação) deverão voltar-se ainda mais para o Brasil – que deverá, assim, aumentar o market share em relação aos concorrentes. Portanto, podemos apostar que o Brasil terá um crescimento no setor agro entre 3,5% – no pior dos cenários – e 14% – no melhor – para os próximos dois anos.

Não deixe sua empresa, projeto ou iniciativa de fora dessa oportunidade?

A Cabedal tem uma surpresa para o setor de agronegócios ainda para essa semana! Quer saber mais?

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Chegou a hora! Porque esse é o momento de expandir…

Ok, vamos provar com poucos argumentos que, sim, você deveria, agora, rever seu plano de expansão (empreendimentos, abrir sua startup, abrir novas vagas de emprego, investimento), chamar seu contador e a equipe Cabedal – claro! – e se preparar para, no mínimo, crescer 30% nos próximos 3 anos. No mínimo!

Mas como? E por que?
Ante tantas incertezas?

Incertezas?

Em primeiro lugar, cuidado com os “economistas de esquerda”! Lembre-se que a maioria dos jornalistas não exatamente afiniza com o governo atual. Se você quer previsões conservadoras siga o próprio Paulo Guedes, sua carreira passa pela Universidade de Chicago e pelo IBMEC (conhecidos por suas “rédeas puxadas”) e as perspectivas do próprio governo serão normalmente mornas ao seu ver.

A maioria dos leitores não conhece Kondratiev, Kuznets ou Juglar, mas, para quem estuda cenários econômicos, esses teóricos fazem muita diferença: suas teorias (“curvas” de retração e crescimento) mostram que estamos prestes a entrar em um novo ciclo de crescimento próximo de 2020. Talvez você tenha lido “O Ponto de Mutação” (Fritjof Capra), que aponta a ciclicidade dos eventos históricas… é exatamente isso.

Se olharmos para o cenário internacional, como em meados da década de 2000, vamos observar que a incerteza é maior lá fora. Afinal de contas, o principal motivo de o Brasil ter “crescido” durante os últimos 20 anos foi o fato de termos tido uma crise de incerteza no exterior. Estamos prenunciando a mesma incerteza… embora por outros motivos: o eixo econômico-social do mundo está se reequilibrando com um novo mega-dealer, a China.

A China já está em Hollywood, dita tendências de moda e exporta até design. Rapidamente ela pareou com os EUA durante a última década e, hoje, é o novo grande investidor mundial… com centenas de startups bilionárias e o maior mercado consumidor do mundo.

Lembre-se ainda que o mercado interno chinês é imenso – como o é o da Índia, igualmente – e muito menos vulnerável as intempéries mundiais que acometem muito mais agressivamente mercados como o norte-americano e europeu.

Assim, com a Europa letárgica e os EUA sofrendo a resistência a Trump (além de negociações instáveis com a China), aguarde muitos investimentos no Brasil… inclusive dos ávidos chineses. E esteja pronto pra isso!

Em 2020 teremos um mercado consumidor muito ativo (lembram do efeito da liberação do FGTS?) e confiante, concorrentes preparados, economia “bombando” e moeda estável!

Você vai ficar de fora?