Quer prever o futuro?

Enquanto esperamos nosso bot “Brian”, a equipe Cabedal falou com Jack Feliciano, analista de cenários sociais da ONG InFolk e coletou algumas dicas utilizadas pelos profissionais da área da futurologia para estimarem o “que vem por aí”:

1. Não aposte no “indutivismo” (a suposição de que o futuro repetirá o passado) mas em tendências ambientais, políticas, econômicas, sociais e comportamentais de indivíduos, grupos e seus conflitos;

2. Não tome a realidade presente pelo que a imprensa divulga – “é um conhecimento de segunda mão muito frequentemente deformado pelos viéses cognitivos do jornalista”. Índices econométricas cruas são mais viáveis. Por exemplo, julgue o governo Trump pela análise das bolsas NYSE e NASDAQ ou do câmbio USD-EUR.

3. A sociedade obedece ciclos – como o propõem Kondratieff, Juglar, Kuznets e Kitchin – e organiza-se em arranjos. Entender sua lógica é vital!

4. Misteriosamente, o cérebro da fêmea humana tem a capacidade escolher indivíduos mais capazes para terem sucesso em cenários futuros – o que costuma coincidir com as profissões que se estabelecem no mercado (artigo aqui).

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