O que é o eSocial?

O decreto 8.373, de 2014, instituiu o “Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas” – chamado “eSocial” -, o sistema através do qual empresas (empregadores) passam a comunicar as informações relativas aos seus empregados através do meio eletrônico de forma unificada, incluindo vínculo, folha de pagamento, contribuições previdenciárias, FGTS etc..

Um “upgrade” pertinente, necessário e muitíssimo relevante no cotidiano contábil das empresas… certo? Certo! Reconhecemos que o eSocial foi um grande avanço em agilidade e praticidade para as empresas brasileiras gerirem suas rotinas contábeis: adeus papelada de GFIP, RAIS, CTPS, DIRF, GRF, GPS e outros tantos sitemas que, a partir de agora, estão unificados no eSocial.

O eSocial e o Crédito na prática

Com a obrigatoriedade da adesão ao eSocial do Grupo 3 (optantes pelo SIMPLES) – e agora que todas os demais grupos já aderiram – surge a recorrente dúvida:

“O que o eSocial altera nos processos de recuperação, reestruturação e expansão da minha empresa, principalmente nas questões de acesso ao crédito?”

Embora existam aqueles que temam a adesão ao novo sistema por medo de terem seus deslizes contábeis desvelados ao fisco, o eSocial é, sim, positivo não só à saúde contábil da empresa – considerando a praticidade, transparêcia e o acesso unificado aos dados – mas, principalmente, aos seus processos de recuperação, reestruturação e, até mesmo, crescimento. Isso porque é ingênua a tese de que a empresa pode obter acesso a crédito manipulando suas demonstrações contábeis ou obstruindo o acesso a elas e é, portanto, óbvio que, dada a inevitabilidade da digitalização do fisco, um acesso mais ágil à realidade efetiva da organização permite maior celeridade a qualquer processo de análise que vise de crédito ou empréstimo.

O lado negro do eSocial

Será que tudo são flores nesse novo sistema? Bem, como quase tudo no Brasil – e, pricipalmente, os modelos desenvolvidos antes do governo atual (como no caso) – o eSocial está, sim, eivado de multas.

Portanto, fique atento! A partir de 2019, sua empresa já pode estar sujeita às seguintes penalidade (entre outras):

  1.  (não comunicação de) Admissões: até R$3.000/trabalhador;
  2. (falha na) Atualização da Folha de Pagamentos: a partir de R$1827,87;
  3. (não) Recolhimento de FGTS: R$10,64 a R$106,41/trabalhador;
  4. (não comunicação de) Férias: R$170/trabalhador; 5 – (falha na) CAT: a partir de R$998,00/AT

E, mais, o eSocial está ainda instável: o sistema pode apresentar algumas falhas que demandam atenção redobrada da empresa e seus operadores.

Atenção, a partir de 01/07/2018 o eSocial passou a ser obrigatório a todas as empresas! Sua empresas já se adequou ao eSocial? Não?

A Cabedal ajusta sua estrutura empresarial ao eSocial… com uma visão muito mais que contábil: uma estratégia de crescimento!

Como? Com uma completa análise estratégica de suas rotinas administrativas com vistas a captação de crédito, reestruturação e expansão empresarial!

O que você acha de pôr sua empresa nos eTrilhos? Conheça mais sobre o assunto no Portal eSocial.

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