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Sua empresa tem dinheiro… e você não sabe!

Com cenário econômico estável, perspectivas sólidas de crescimento (com a sobreposição de várias curvas de expansão a partir de 2020) e mercado e investidores sedentos, o que está faltando para sua empresa investir em si mesma?

Podemos falar em aumento de capacidade produtiva, com a compra de equipamentos e tecnologia, contratação de mão de obra, treinamentos, consultoria ou mesmo a abertura de nova unidades produtivas. Ou em diversificação de portfólio, com pesquisa e desenvolvimento, sourcing, estabelecimento de novas cadeias logísticas (supply-chain) e definição de mercados. Sua empresa poderia, ainda, empreender a abertura de novos mercados, exportando, implementando programas de certificação e qualidade, expandindo ou treinando sua força de vendas. Enfim!

Suas opções são inúmeras. Mas, onde seus planos encontram obstáculo?

Sim, dinheiro! Absolutamente todo o projeto que você se dispuser a implantar em sua empresa exigirá recursos financeiros para sustentá-los – sejam eles quais forem. E, sabemos, esse é um problema recorrente! Não é?

Mas, espere! Sua empresa JÁ tem esses recursos… e talvez você não saiba!

Calma! O problema não é seu sócio, gerente, operador de caixa… não existe alguém levando o que não deve da sua contabilidade – pelo menos, não que a gente saiba!

O problema é apenas que você desconhece todas as linhas de crédito disponibilizadas pelo mercado – incluindo múltiplas opções privadas e governamentais em programas de incentivo a custos reduzidos -, não se dispõe a selecionar as melhores opções (ou justificadamente não reúne as competências técnicas necessárias à tarefa) e imagina que viabilizar a obtenção desses recursos é algo impossível.

Não é!

Linhas de crédito para os mais diversos fins estão aguardando você e sua empresa – só entre os bancos de desenvolvimento (como BRDE, BASA e BNDES) são mais de 50 alternativas!

Lembre-se que, na atual conjuntura econômica do país, “crescer” é mais que uma reação empresarial ao mercado e às suas oportunidades, é um dever cívico do empreendedor: sua contribuição à economia nacional e à sociedade.

Faça sua empresa crescer!

Se seu faturamento é superior a 300.000BRL (anuais) e você procura aportes a partir de 500.000BRL, a Cabedal pode ajudá-lo!

A Cabedal pode atuar desde a otimização de sua estrutura financeiro-contábil até o assessoramento no desenvolvimento de projetos de captação de recursos junto às mais diversas entidades creditícias.

O que você acha de tomarmos um café…

E descobrirmos juntos o dinheiro que você já tem – e não sabia?!

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Quando o dinheiro é SIM o problema!

Nunca esqueci de um trecho do filme “Alguém para Dividir Os Sonhos” (1993), onde Jerry (Danny Glover) explica a Matthew (Matt Dillon) como uma sequência sútil de eventos conduziu-no à falência: “um dia um fornecedor atrasa uma entrega, você perde um cliente e então outro…”

E não é algo assim realmente?

Provavelmente você não está morando em um albergue para desabrigados mas, talvez, você tenha passado por situações assim.

Por falta de crédito, você perde fornecedores, sofre multas contratuais, perde clientes, demite funcionários e vai à falência. São sutilezas do fluxo de caixa: seus clientes e fornecedores não estão em sincronia, sua curva ABC tem picos, as demonstrações contábeis apresentam despesas desnecessárias e retiradas mensais que não contemplam provisões para “rainy days”. Seu capital de giro é baixo e seu re-investimento é nulo.

Existe uma grande probabilidade de o mercado atropelar o sucesso do seu negócio!

Porque mesmo empresas com razoável solidez vão à falência por não serem capazes de se adequarem a novos cenários econômicos, sociais ou mesmo políticos – basta uma pequena retrospectiva da dinâmica das grandes empresas de serviço, indústrias ou varejo das décadas de 70, 80 e 90: em sua grande maioria foram suplantadas por rivais mais aptas.

É, portanto, mister que o empresário não só consiga antever esses cenários como ainda disponha de recursos para arcar com quebras de caixa e dificuldades de fluxo (capital de giro), suportar incidentes de múltiplas naturezas (provisões) e intervir na eventual estagnação de suas operações (inovação) – esteja certo de que sempre haverão concorrentes mais aparatados em cada um desses segmentos.

Ou, como o assinala Jerry, de “Alguém para Dividir Os Sonhos”, você está no caminho da falência: por sutilezas na sua saúde financeira (problemas de “gerência”) ou por distração com relação ao mercado em que você atua (problemas de “direção”).

Observe que, com um motorista razoável e sem um mecânico, um automóvel pode percorrer dezenas de milhares de quilômetros em condições normais. Mas, não tente enfrentar um rally sem um excelente motorista e um mecânico fenomenal: seu insucesso é certo!

Em uma competição com esse nível de exigência, você tem um terreno inóspito à sua frente e uma concorrência feroz.

O mesmo se aplica à sua empresa e ao mercado: é necessário um gerente (o mecânico) – observando as demandas internas de sua estrutura operacional – e um diretor (o motorista) atento ao mercado… se um dos dois falhar, sua empresa falha!

Prepare-se, pois, com excelência na gerência e na direção. Isso é essencial…

Mas, não deixe faltar o principal ao seu “veículo”: o dinheiro!

Fale com a Cabedal … vamos prevenir esses problemas?

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Chega de pagar mais caro por crédito!

Está na hora dos micro e pequenos conseguirem recursos de bancos públicos

Sejamos sinceros: micro, pequenos e médios empresários têm se virado como podem para conseguir cumprir com suas obrigações fiscais e financeiras e manter seus negócios prosperando. Isso porque o custo do dinheiro, a burocracia e as exigências de garantias pelos bancos, principalmente os públicos, são quase uma maratona de dificuldades para esses empreendedores na aquisição de crédito.

Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada pelo Sebrae aponta que 83% dos pequenos negócios não recorreram a crédito bancário em 2016 e que, 19% dos empreendedores que buscaram as instituições financeiras para obter financiamento em algum momento da vida empresarial, tiveram o pedido negado. A justificativa? Falta de linha de crédito adequada ao perfil do negócio. Será mesmo? Ou será que esses empresários apenas não contavam com o aparelhamento técnico para conseguir o crédito necessário junto aos bancos públicos?

Derrubando barreiras

“Ahh… empréstimo junto ao BNDES ou outro banco público é só para as grandes empresas, não para mim, que tenho uma microempresa.” Se você pensa assim, melhor rever sua análise. Se as grandes empresas conseguem valores altos junto ao BNDES, por exemplo, é porque possuem uma equipe técnica preparada para lidar com todas as exigências burocráticas. E é justamente esse aparelhamento técnico a diferença entre o sim e o não ao seu pedido de crédito. “Então! eu não tenho isso. Como vou analisar sozinho toda a documentação e montar um projeto bem estruturado se preciso vender?” Calma. A Cabedal pode ajudar você a derrubar as barreiras e alcançar esse objetivo, pois possui uma equipe técnica para oferecer suporte na estruturação de projetos de reabilitação financeira, de capacitação e de crédito corporativo.

Fazendo a lição de casa

Todo empresário quer crescer e prosperar e, para isso, precisa de crédito. Para consegui-lo é importante saber:

  • para que e quanto precisa de recursos;
  • como e onde conseguir essa grana;
    • bancos privados – exigências um pouco menores, porém, com taxas de juros enormes e prazo para pagamento, mais curto;
    • bancos públicos – taxas de juros menores, prazos maiores, mas com muito mais exigências burocráticas. O interessado não pode ter pendência financeira, fiscal ou tributária com o governo federal, caso contrário, não conseguirá o crédito;
  • como estruturar seu projeto com justificativa, cronograma e propósito;
  • quais documentos são exigidos para a obtenção de crédito em cada instituição.

Como toda lição de casa tem pesquisa, recomendo que assista aos mini vídeos dessa websérie e baixe essa cartilha gratuita. Afinal, quando se trata de crédito, informação vale ouro.

Não faça parte das estatísticas!

Lembra da pesquisa do Sebrae que citamos no início? Ótimo! Pois quero que não faça parte daquela estatística. Espero, sinceramente, que faça sua lição de casa e depois venha tomar um café conosco, aqui na Cabedal.

Vamos conversar de forma simples, sem economês, para entender suas necessidades e oferecer soluções técnicas e estratégicas para que você tenha acesso a recurso com toda a tranquilidade.

Quer crédito? Venha para a Cabedal.

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Economia Digital

Com oito propostas bem definidas, o governo Bolsonaro mostra o quanto podemos crescer juntos se e quando elas forem implantadas, mas para isso todos devemos manter o foco nas tendências mercadológicas.

O ‘digital’ veio para ficar e com ele novas tendências que não imaginaríamos há poucos anos. Bancos sem agências; pedidos de táxis, comida, profissionais de beleza e saúde indo até o consumidor; séries e filmes na palma da mão e mais: bitcoins, o dinheiro, que não é ‘real’, mas virtual… o negócio é tão maluco, que exigiu das pessoas e das instituições uma mudança rápida na forma de pensar e agir.

“Que tiro foi esse?”

Ninguém viu, ninguém conseguiu prever a avalanche de novas tendências em tão pouco tempo. Hoje, o Brasil está, inclusive, tentando compreender o que essa Era que começou trocando a carta de papel pela ‘carta do computador’ está fazendo com a Economia.

Normas, regulamentações, leis e, principalmente, a visão do consumidor e suas experiências são as pautas dos grandes homens de negócios em nosso país. Prova disso é a quantidade de jovens empreendedores que estão sendo consagrados no Brasil e no mundo por pensar “fora da caixinha” e fazer os zeros se multiplicarem. A exemplo disso, podemos citar o sucesso da XP Investimentos que tudo indica, fechou o ano de 2018 com R$ 200 bilhões sob administração, segundo entrevista do CEO à Revista Exame.

E agora Bolsonaro?

No paralelo, o presidente Jair Bolsonaro tem em suas mãos, por meio da equipe ministerial da pasta de Economia, um baita abacaxi. Enquanto o mercado financeiro se transforma aceleradamente, por meio de ferramentas digitais, temos um enorme percentual da população que conta com o “dinheiro de papel”. Tanto, que o governo criou estrategicamente oito grandes metas para combater o legado que recebeu.

As oito propostas ministeriais da pasta de Economia são:

– Reforma Tributárias
– Reforma da Previdência
– Desvinculação do Orçamento
– Redução de Tarifas de Importação e abertura comercial
– Revisão de Sistema S
– Carteira Verde e Amarela
– 13º Bolsa Família

Todas as propostas mexem com a nossa vida financeira direta ou indiretamente e precisamos estar em alerta, por isso poupar é preciso, necessário e vital.

Com exceção das reformas tributárias e da previdência que é um tema discutido há meses pelo governo anterior e divulgado pela mídia, as demais ações são assuntos também em pauta, porém nem sempre de entendimento geral, por isso, vamos entender:

Desvinculação do Orçamento – Rever os pisos de gastos obrigatórios em saúde e educação, e a correção de despesas obrigatórias pela inflação. Para que isso ocorra, o governo deve criar uma emenda constitucional.

Redução de Tarifas de Importação e abertura comercial – Isso significa que os valores das taxas seriam mais baixos, o que nos ajudaria quando os produtos entrassem no Brasil, porém para isso acontecer temos que fechar novos acordos internacionais com os países do Mercosul, por exemplo.

Revisão de Sistema S –  O sistema S é como é conhecido o grupo de instituições que tem o seu nome começado com a letra “S” e tem por objetivo o treinamento profissional, pesquisa e assistência técnica social, ou seja, Senai, Sesi, Sesc, Sebrae, etc. Atualmente, as empresas repassam de 0,2% a 2,5% da alíquota patronal para essas instituições. A ideia do governo é que esse valor de repasse seja reduzido de 30 a 50%.

Carteira Verde e Amarela – Nova modalidade de carteira de trabalho, com menos direitos trabalhistas do que os atualmente previstos. Nesse caso, o governo precisará alterar a CLT para não interferir nos direitos adquiridos pela Constituição, tais como férias, 13º, FGTS.

13º do Bolsa Família – A ideia é incluir o benefício aos inscritos no Programa do Bolsa Família.

Como pode observar, as propostas mexem com redução ou planejamento orçamentário do governo, o mesmo que temos que fazer rotineiramente em nossas vidas. No caso da pasta, eles têm quatro anos para cumprir tais promessas, já você…os boletos do IPVA, IPTU, escola, etc já estão sob a mesa, por isso, vamos poupar, observar como as novas tendências podem cooperar com o seu dia a dia e usar da melhor maneira possível.

Se precisar, conte com a gente pra te ajudar!

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Promessa é dívida

E se você quer que tudo se realize no ano que vai nascer, não comece 2019 com a dívida de uma promessa não cumprida. Faça seu planejamento para os próximos 365 dias trabalhar a seu favor desde já!

Chega de fazer aquela listinha cheia de promessas vazias no último dia do ano. Se quer cumpri-las de verdade, transforme cada uma delas em meta e aproveite o tempo que tem antes do ano acabar para se planejar e entrar em janeiro já com muito dinheiro no bolso, saúde prá dar e vender.

Verbo não é meta

Viajar, não é meta. Comprar um carro, também não. Vender mais, tampouco. Tudo isso é muito abstrato. Já, viajar para Madri, em julho de 2019, em vôo direto, comprando passagens em fevereiro, reservando hotel em maio, levando pouca bagagem, é uma meta. Metas devem ser claras, específicas, mensuráveis, atingíveis, relevantes e ter um prazo definido. E para que servem as metas? Para fazer um planejamento mais eficiente e que trabalhe a seu favor já em 2018.

Tudo na planilha. Tudo!

  • Coloque no papel todos os compromissos financeiros para os próximos 12 meses.
  • Registre o valor previsto a ser gasto com cada uma dessas atividades para evitar riscos.
  • Fique atento às parcelas de compras feitas este ano e que se estenderão em 2019.
  • Anote os gastos que teve neste ano com coisas que não usou e podem ser eliminadas ou ter seus pacotes revistos, como academia, TV a cabo, telefone, internet etc.

Esse passos já serão úteis para fazer uma faxina financeira, descobrir onde está o ralo que engole seu dindim e definir suas prioridades para o novo ano.

Vire a chave

Se quer tirar as metas do papel é preciso virar a chave em seu mindset e aprender a pensar a curto, médio e longo prazo. Mude seu orçamento mensal e priorize as metas. Ou seja, assim que sua receita entrar na conta, destine a porcentagem (que você vai definir) para as metas e, com que sobrar, adeque seu padrão de vida. Por exemplo: 60% para o essencial, 25% para as metas, 10% para poupar/investir e 5% para imprevistos do dia a dia.

Se suas metas envolvem aquisição de bens ou serviços, pesquise. Saiba quanto custa cada uma para agir com antecedência e encontrar sempre o melhor custo-benefício.

Essas são só algumas dicas que podem ser úteis para manter sua saúde financeira. Comece agora a colocá-las em prática e verá os resultados chegarem mais rápidos no próximo ano.

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Chega de Dúvidas

Nessa nossa breve Pau$a para Conver$a, vamos explicar resumidamente o que são linhas de crédito e como fazer a melhor escolha, de acordo com suas necessidades.

Para começar, vale dizer que linhas de crédito são modalidades de empréstimos, concedidas por instituições financeiras a pessoas físicas ou jurídicas, com prazo para pagamento atrelado a alguma taxa de juros.

“Ah então elas são só uma forma de quitar dívidas?” Não! Essas modalidades de financiamento vão muito além. Elas podem ser uma boa forma de impulsionar negócios, aumentar patrimônio ou realizar sonhos.

Para não errar

Antes de escolher a linha de crédito para resolver sua situação, defina claramente qual o objetivo do empréstimo e NÃO desvie-se dele. Vale conversar com um consultor financeiro não só para escolher a melhor opção, como para entender os riscos e vantagens de cada modalidade.

Ah! Lembre-se de comparar as taxas de juros entre bancos (regionais, federais ou privados), financeiras e fintechs, pois a diferença é gritante. O quê? Não sabe o que é uma fintech? Calma. Dê uma lida nesse artigo que fizemos há pouco tempo que vai entender melhor. Sem mais delongas, vamos a algumas opções de linhas de crédito acessíveis.

Precisa de gás ou de fôlego?

Micro e pequenos empresários que querem impulsionar seus negócios ou obter um “fôlego” financeiro, podem recorrer às linhas de crédito de capital de giro ou antecipação dos recebíveis. Com elas é possível melhorar o fluxo de caixa, viabilizar compra de bens, realizar pagamentos de fornecedores etc.

A família cresceu?

Se deseja comprar um imóvel ou veículo e quer uma opção menos burocrática e com custos reduzidos, vale conhecer o empréstimo com garantia. Nessa modalidade você oferece seu imóvel atual ou veículo quitado como garantia para adquirir outro bem, podendo quitar as parcelas em até 180 meses.

Pode esperar um pouco?

Se tem um sonho de adquirir um bem (imóvel, veículo) ou serviço (festa de casamento, cursos, estética), mas não precisa dele de imediato, uma boa opção pode ser o consórcio. Trata-se de uma espécie de “poupança” formada entre um grupo de pessoas (físicas ou jurídicas) para a aquisição de bens ou serviços que, embora cobre uma taxa de administração, esta costuma ser menor que os juros de um financiamento bancário.

Pronto! Agora você sabe um pouquinho mais sobre as linhas de crédito. Esperamos que essas informações sejam úteis para que aproveite as boas oportunidades de mercado, pagando taxas menores, com prazos adequados e total segurança. É para isso que a Cabedal existe. Para ajudar você a ter uma vida financeira saudável.

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Para quem importa, a alta do dólar importa

Sabe sua ceia de Natal? É bem provável que neste ano, você tenha que dar uma “tropicalizada” nela, substituindo algumas delícias importadas.

Isso porque, segundo dados da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), houve um corte de cerca de 30% no volume importado de alguns produtos mais vendidos no Natal e Ano Novo. Itens como alimentos, bebidas e enfeites, sobretudo os chineses, foram os mais afetados com essa redução, por serem mais caros em reais ao consumidor e terem um risco de encalhe maior.

Tio Sam é democrático

Mesmo após as eleições presidenciais por aqui, o dólar se mantém em alta para os padrões e bolsos brasileiros, embora tenha voltado aos R$ 3,70 do início de agosto deste ano. “Ah, mas eu não me importo em pagar um pouco mais caro para ter a ceia que gosto”. É mesmo? Então sugiro que dê uma lida neste artigo para entender melhor como o dólar afeta seu bolso. Aliás, a moedinha do Tio Sam afeta todos nós.

Para se ter uma ideia, de janeiro a setembro deste ano, a variação do dólar chegou a 32,9%, batendo R$ 4,20 no mês de setembro, maior valor desde a criação do Plano Real, há 14 anos. Enquanto a moeda do Tio Sam sobe, o poder de compra da população desce.

Importador paga duas vezes?

Dependendo do câmbio do dia, sim! Além de pagar mais reais para trazer os produtos do exterior, as empresas ainda precisam nacionalizar essa mercadoria. Isso significa que devem pagar todos os impostos, despesas e taxas com frete portuário, porém, baseando-as na cotação do câmbio do dia anterior à data do desembarque do produto no porto. Ou seja, elas perdem no âmbito cambial e tributário.

Criatividade para reduzir prejuízos

As empresas que mantiveram o volume de encomendas de final de ano, apostando em uma trégua do dólar após as eleições, acertaram na estratégia. Por terem adiado os embarques no exterior, conseguiram colocar seus produtos no mercado a preços competitivos. E se tem algo que esse pessoal da importação entende, é a importância do cuidado ao precificar seus produtos para compensar os gastos no exterior e manter a clientela.

Muitas vezes, para sair do aperto causado pela variação cambial é preciso recorrer a algum tipo de linha de crédito. Mas esse é assunto para a nossa próxima Pau$a para Conver$a.

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Segura na mão do novo e vai!

E se der medo, vá com medo mesmo. Não há como evoluir sem estar disposto a mudar. Se você possui uma micro, pequena ou média empresa e precisa de recursos para fazer seu negócio prosperar, lembre-se do “tio” Einstein: “insanidade é fazer todos os dias a mesma coisa e esperar resultados diferentes”.

Arregace as mangas e mude seu mindset. Os bancos tradicionais não são mais sua única alternativa para conseguir produtos e serviços financeiros. Hoje existem as Fintechs – startups no setor financeiro, modernas e inovadoras, que usam a tecnologia para assegurar eficiência aos seus produtos e serviços.

Simples assim

As fintechs ajudam a solucionar alguns problemas do sistema financeiro tradicional, ainda muito burocrático. Elas perceberam uma mudança de comportamento derivada da diminuição das transações em dinheiro vivo por um lado e da expansão do comércio eletrônico, sites de câmbio e internet banking de outro. E decidiram transformar a economia, abrindo novas possibilidades para todos os empreendedores.

O mundo é de quem se adapta

Muito mais ágeis, as fintechs adaptam-se melhor às necessidades do mercado. Por isso, conseguem apoiar de forma mais efetiva, a gestão de negócio de micro e pequenas empresas. E seus produtos e serviços vão desde facilitar o fornecimento de capital de giro, passando por financiamentos menos burocráticos e customizados, até gestão de benefícios.

E é por isso que a Cabedal existe: para ajudar você a fazer seu negócio prosperar. Nós queremos que você aproveite as boas oportunidades de mercado pagando por taxas menores e prazos adequados com total segurança. Para conhecer nosso serviços é só clicar aqui. Mas se quer saber mais sobre a Cabedal, fica o convite: venha tomar um café com a gente e descubra como se beneficiar de tudo que nossa fintech pode oferecer.

Conhecimento enriquece

Se você se interessou pelo assunto e quer saber mais sobre as fintechs, pode acessar o estudo feito em parceria entre a Associação Brasileira de Fintechs (AB Fintechs) e a consultoria PwC Brasil aqui. Certamente vale à pena essa leitura, pois com mais informação talvez você descubra uma oportunidade de solucionar algumas demandas de seu negócio, sem afetar seu caixa.

Seguro de Vida para Vivos

 

Homens e mulheres, na maioria das vezes, não aceitam a palavra morte. Quando profissionais do ramo de investimentos oferecem a eles um seguro de vida, a corrida é quase certeira, afinal ‘isso eu pensarei quando ficar mais velho...”

O que a maioria não sabe é que a pouco mais de um ano, o Brasil passou a oferecer um seguro de vida resgatável, ou seja, você não precisa morrer para poder usufruir do prêmio.

O chamado universal life é um seguro que tem objetivos complementares ao do seguro de vida tradicional: a sobrevivência e a formação de um fundo de reserva para o segurado e/ou sua família.

E quais são as vantagens do seguro de vida tradicional e do resgatável? Para responder a essa pergunta, vamos falar das semelhanças e diferenças de ambos, assim, você perceberá que o raciocínio do ‘fim da vida’ será excluído de sua mente!

 

Semelhanças do Seguro de Vida Tradicional e Resgatável:

- Você deverá calcular todos os gastos da família para que o valor a ser pago pelo seguro e a indenização futura seja a mais próxima das necessidades. Nesse item é importante incluir:

* despesas atuais (moradia, alimentação, educação, por exemplo);

* despesas do evento – no caso de morte, essa despesa refere-se a funeral, inventário; e,

* despesas futuras - refere-se ao tempo que sua família levará para independência financeira.

- Estipular o tempo mínimo de investimento – 5,10,15,20 anos...

- No caso de invalidez total ou parcial por acidente o prêmio é pago.

 

Diferenças do Seguro de Vida Resgatável:

- O segurado pode resgatar o prêmio corrigido pela inflação + taxa de juros que varia entre 0 e 3%, de acordo com cidade e perfil do segurado, ainda em vida

- Não há necessidade de renovação, tão pouco de analise a cada “x” anos

- Ele pode ser transformado em um plano de previdência – VGBL ou PGBL

- O pagamento das parcelas pode ser feito em moeda americana, o que proporciona a abertura de uma conta no exterior e, promovendo, adicionalmente, a inclusão das taxas de espólio, menores do que as praticadas no Brasil.

- Em caso de falta de dinheiro para o pagamento das parcelas, você pode utilizar o excedente do seguro para pagar a parcela vigente; ou seja, é como se o seu rendimento pagasse o valor das parcelas.

E, o maior diferencial do seguro de vida resgatável, além da não necessidade de morte, está no fato do seguro ser incontestável. Você paga a apólice, você receberá o seguro de acordo com seu contrato.

O importante a ressaltar é que a sua segurança e de sua família, no momento de dificuldade, deve ser o principal gatilho para você utilizar seu dinheiro de maneira consciente, independente do tipo de ‘produto financeiro’ que você pretende utilizar.

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