Open post
computer screen

Que tipo de investidor você é…

Com a chegada dos computadores e a compreensão dos novos investimentos, a população tornou-se mais arrojada... e a caderneta de poupança, que durante as décadas de 70 e 80 recebia suas anotações em um ‘caderninho’ que lembrava os boletins escolares, deixou lembrança.

investimentos

Nesses quase 50 anos, muita coisa mudou: nome de moeda, planos financeiros, planejamento familiar, juros... mas o que não obteve mudança alguma foi os sonhos da multiplicação do dinheiro.

Com isso, surgiu a nomenclatura dos tipos de investidores: conservador, moderado, arrojado e agressivo. Suas diferenças acontecem no percentual de patrimônio que a pessoa decide arriscar. Adicionalmente, o momento de vida, segundo especialistas, é o que provoca algumas mudanças planejadas ou repentinas do tipo de investidor que a pessoa se torna.

 

PERFIL X RISCO

A maior dúvida de toda pessoa que quer fazer algum tipo de ‘melhoria financeira’, ou seja, fazer com que seu dinheiro se multiplique, é o tipo de investimento que ela tem ou pode fazer para um determinado montante de dinheiro.

Para essa dúvida, não há uma resposta única, contudo, há uma preciosa dica que serve como padrão: crie metas para o seu dinheiro!

Por exemplo, se você é um jovem profissional, que mora com os pais e que pretende usar o dinheiro para comprar bens de valores baixos (carro, viagens), há uma possibilidade de arriscar mais o patrimônio que possui, pois não tem um custo fixo alto. Nesse caso, um risco de aproximadamente 30% de seu patrimônio, não é ‘perigoso’, por exemplo.

Se, por outro lado, essa pessoa possui um custo fixo alto, sua tendência é ser mais conservadora e buscar por aplicações financeiras que lhe renderão menos, porém o seu risco é, também, baixo.

Ao buscar por auxílio de profissionais do mercado financeiro para investir o dinheiro, tenha em mente o que pretende fazer com o valor resgatado daqui a um tempo. Quando você sabe que quer usar as suas economias para comprar um bem; proporcionar estudos pra você ou filhos; tornar sua velhice mais cômoda, etc. fica mais transparente a forma e modelo de investimentos que a empresa irá lhe oferecer.

O que é importante ressaltar é que você encontra, atualmente, maneiras simples de compreender as diferentes nomenclaturas de investimento e, o que antes era um bicho de sete cabeças, hoje, você pode compreender e definir, junto ao profissional de sua confiança (gerente do banco, gerente de atendimento de empresas de investimentos) a sua carteira de negócio.

A sua ‘antiga caderneta’ poderá servir de história da família e de lembrança de como a correta maneira de guardar dinheiro ou utilizá-lo para o crescimento da família, seja por meio de viagens, compras de bens ou oportunidade de estudos, foram importantes e poderá servir de legado para as novas gerações.

Conheça os serviços da Cabedal... contate um dos nossos consultores!

 

Leia mais sobre o assunto:

Um Bilhão Por Um Unicórnio

 

A regra é clara: para ser considerada uma Startup Unicórnio a empresa deve ter um valuation (avaliação de preço no mercado) de mais de U$ 1 bilhão, antes de abrir capital em bolsa. Acha simples? Mas não é.

As pessoas acreditam que empresas como: Spotify, Waze, Bebee, Airbnb, 99, Nubank e Movile, por exemplo, focaram em produtos ou serviços inexistentes, ou seja, foram visionários. Se você é uma dessas pessoas, está redondamente enganado.

O que as “Startups Unicórnio” têm em comum são: ótima equipe; o cuidado extremo com o cliente; a capacidade de aprender e testar hipóteses; e, principalmente, um mercado grande e global. Adicionalmente, os fundadores dessas empresas têm um poder de negociação e uma certa audácia.

Vamos pensar no Spotify, por exemplo, Daniel Ek, seu fundador, queria criar um serviço como o Napster mas “mais legalzinho”, onde pudesse unir suas duas grandes paixões: música e informática. Da ideia à realização foram dois anos, além de mais um ano de negociação com grandes empresas fonográficas que não acreditavam no projeto. Atualmente, a empresa é avaliada em U$ 8,4 bilhões.

O que dizer da brasileiríssima 99? O aplicativo de táxi que surgiu em 2012, passou por algumas dificuldades com a entrada do Uber no país. Contudo, pôde abrir novas vagas de emprego, além de concretizar parcerias empresariais e com o governo, após os dois aportes que recebeu, em 2017, somando mais de R$ 400 milhões.

99, considerada a primeira empresa Unicórnio do Brasil, foi vendida, no início de 2018, para a Didi Chuxing por pouco mais de U$ 1 bilhão. Hoje, a ‘uber chinesa” como é conhecida a Didi, vale U$ 33, 8 bilhões.

Por que as Startups Unicórnios podem surgir a qualquer momento?

Essas empresas surgem, na maioria das vezes, por estarem mais preocupadas com o consumidor do que com o dinheiro que ganharão com o serviço ou produto que vendem. E, exatamente por este motivo, elas acabam criando uma experiência e proximidade com o público; o que as tornam mais conhecidas, mais populares.

Criam, com essa visão, um circulo virtuoso: bons serviços >> clientes satisfeitos >> reconhecimento do mercado >> possibilidade de investimentos de terceiros >> aumento de produtos/serviços >> aumento do valor de mercado.

Nessa seara, o que vale é o pensamento ganha x ganha. São as parcerias com marcas já consagradas pelo público e que complementam o core business da empresa que pode se tornar unicórnio.

O acesso à internet e a facilidade tecnológica são outros dois fatores que, os fundos de investimentos americanos, consideram como divisor de águas entre empresas que se transformam em unicórnios e as que, são boas no que fazem, porém, não conseguem aumentar seu valuation em pouco tempo.

Os consultores dessas empresas descrevem esses fatores como os determinantes dos novos modelos de negócio no mundo e, os proprietários das empresas devem estar atentos a essa corrida maluca por novas experiências, por meio de produtos e serviços, que os consumidores estão sedentos por receber, lembrando que não é a invenção ‘da roda’, mas a transformação dela em algo diferente ou melhor.

 

Curiosidade: As Unicórnios pelo Mundo

  • Uber: transporte urbano privado - vale US$ 68 bilhões (EUA)
  • WeWork: escritórios compartilhados - vale US$ 16,9 bilhões (EUA)
  • Xiaomi: distribuidora de smartphones - vale US$ 46 bilhões (China)
  • Blablacar: plataforma de caronas - vale U$ 1,6 bilhões (França)
Open post

O Sonho em Parcelas que Cabem no Seu Bolso

 

Sonho: conjunto de imagens, de pensamentos ou de fantasias que se apresentam à mente durante o sono. Essa definição encontrada no dicionário, tem mudado. As pessoas transformaram esses pensamentos em bens, situações ou formas de concretizar algo que desejam muito, tais como: carro, casa, viagem.

Há décadas que ouvimos propagandas mencionando o “sonho da casa própria”. E, este sonho permanece na mente das pessoas até hoje; seja como forma de moradia, investimento, crescimento...

Todavia, o alto juros cobrado pelos bancos e a falta de cultura de um planejamento financeiro que acomete muitos brasileiros, faz com que este sonho fique cada dia mais distante. Eis que surge uma nova alternativa: consórcio imobiliário.

 

Surgimento do Consórcio no Brasil

Segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (ABAC), a modalidade foi criada em 1962, por funcionários do Banco do Brasil, que, com a chegada de empresas automobilísticas ao país e, somada a isso, a falta de crédito direto ao consumidor, resolveram criar um fundo de arrecadação para comprar um carro para cada um.

Quando a arrecadação possui o dinheiro para a aquisição do primeiro carro, houve outra dúvida: quem seria o primeiro a ter o carro? Resposta: sorteio! Assim surgiu o mecanismo de concessão de crédito isento de juros, que tem por finalidade a aquisição de bens e serviços.

Durante duas décadas, esse modelo foi sendo aprimorado, regulamentado pelo poder público, inserido na Constituição e, o que focava em produtos automobilísticos: carro, moto, caminhão, passou também a atrair interesse para imóveis, eletroeletrônicos, entre outros.

 

Consórcio Imobiliário X Crédito Imobiliário

O consórcio imobiliário e o crédito imobiliário são oferecidos ao mercado por diversas instituições. Contudo, o primeiro tem diversas vantagens em relação ao segundo, principalmente aos indivíduos que não possuem todo o dinheiro exigido como entrada pelas instituições financeiras. Em contrapartida, os bancos não têm a necessidade de formação de grupos para a concessão do crédito.

Mas, como eu faço para saber o que é melhor para mim? Considerando toda mudança político-econômica que estamos vivendo, como calcular, como ter certeza que realizarei meu sonho? A resposta é: respeite o seu dinheiro.

Vou tomar a liberdade de fazer uma simulação na compra de um imóvel. Só uma ressalva antes disso: o consórcio e o crédito servem para: comprar um imóvel, terreno, reformar, construir.

 

Exemplo:

  • Imóvel R$ 120 mil
  • 240 meses para pagar

 

E, se ao finalizar a leitura fica a pergunta: qual é a pegadinha? Por que é tão mais barato o consórcio? A resposta é muito simples: JUROS. As instituições financeiras, por seu modelo de trabalho, trabalham com juros sobre juros, o famoso juros composto.

Considerando que, neste momento, não somos Warren Buffet, que em sua biografia afirma ter aprendido e utilizado o juros composto para formar seu primeiro milhão, sugiro que respeitemos nosso suado dinheiro para ‘realizar o sonho da casa própria’.

Posts navigation

1 2