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Bancos digitais: definição, prós e contras

Por definição, um Banco Digital é aquele em que a comunicação, interatividade, movimentação e operações são todas feitas através de um dispositivo móvel conectado à internet.

Ok, mas… Quais são os benefícios? Essa parte é fácil (tem muitos!). Vamos listar o que achamos serem os pontos fortes:

  1. Acabar com longas filas de banco;
  2. Pagar muito menos nas transações (como TED e DOC) e muitas vezes, não pagar nada;
  3. Isentar-se das taxas de manutenção de conta;
  4. Fazer investimentos de forma mais independente e sem burocracia;
  5. Realizar todas as operações com praticidade e se necessário contar com suporte no chat do aplicativo 24h por dia, 7 dias por semana (acredite, é verdade!).

Mas não tem nenhuma desvantagem? Olha… É difícil fazer uma lista como acima… Mas pode-se citar 2 elementos que não agradam alguns usuários:

  1. Sacar dinheiro pode ser um problema. Por não ter agência, a única maneira é utilizar o caixa 24 horas. E alguns bancos digitais taxam a partir do segundo saque do mês.

  2. Emitir talão de cheque não é possível em bancos digitais. Sabemos que está em desuso, mas alguns conservadores ainda não abriram mão das folhas mensais.

E o que você acha? Deixe sua opinião!

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O que é a recente LC 167/2019 (ESC e Inova Simples)?

A Lei Complementar #167, de 24 de abril , em resumo, cria (e regulamenta) a Empresa Simples de Crédito (ESC) e institui o Inova Simples – alterando algumas leis recentes (como a propria Lei Complementar 123/2006) para incentivar o empreendedorismo e a inovação no Brasil.

INOVA SIMPLES: o Inova Simples cria a figura da “startup“, facilita sua abertura e fechamento (doravante integralmente realizada através da Internet) e seus atos de gestão contábil, em extensão à MP da Liberdade Econômica e à Lei 123/2006.

É o fim da burocracia e um convite ao empreendedorismo ativo!

EMPRESA SIMPLES DE CRÉDITO: como investimento é bom e todos gostamos, a nova lei institui também a criação das ESC – empresas destinadas a emprestar recursos ao empresariado local e que podem ser abertas por qualquer pessoa física. A estimativa do governo é que R$20bi ingressem na economia através dessa nova alternativa.

Na Cabedal, apoiamos as novidades propostas pelo governo, agradecemos em nome dos tantos empreendedores que lutam por manter seus negócios e a economia fluindo e colocamo-nos à disposição para auxiliarmos em suas “ventures“! Avante empreendedores do Brasil!

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Você sabe a diferença Leasing e Consórcio?

Como prometido no post anterior, vamos conceituar mais dois termos da área financeira, vamos explicar hoje duas conhecidas palavras:

  1. Consórcio: Modalidade de compra em que pessoas físicas ou jurídicas se unem com a finalidade de formar poupança para a aquisição de bens móveis, imóveis ou serviços. Se juntam através de uma Administradora de Consórcios autorizada e fiscalizada pelo Banco Central do Brasil. Esse grupo paga uma parcela mensal, no máximo por 80 meses, e mês a mês ocorrem sorteios em que essas pessoas recebem o valor total da apólice. É muito vantajoso pois não tem incidência de juros, apenas taxas administrativas parceladas.
  2. Leasing: Não é uma modalidade de compra e sim arrendamento mercantil. É como se fosse um contrato de aluguel em que o banco compra o bem e disponibiliza para uso mediante parcelas mensais em valores e condições determinados previamente. Portanto o bem é da instituição e ela tem o direito de propriedade. Se uma parcela atrasar, ela pode tomá-lo com facilidade. Ao finalizar o contrato de arrendamento, pode-se optar pela devolução do bem ou compra mediante quitação de eventuais valores residuais.
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Diferenças entre empréstimo e financiamento: você sabe quais são?

Comumente confundidos, estes dois termos aparecem nas fachadas dos bancos e em materiais gráficos de divulgação de financeiras, e confundem muitas pessoas…

Se você é uma delas, segue conosco aqui que vamos ajudar a clarear as ideias!

  1. Empréstimo: Ao solicitar um empréstimo você não precisará justificar a razão pela qual está pegando o recurso. Também não precisará, na maioria das vezes, deixar alguma garantia para receber o valor. No entanto, por conta do risco que a instituição está enfrentando, ela cobra juros altos antes de liberar o valor.
  2. Financiamento: Por outro lado, se você tem o objetivo de adquirir um imóvel, veículo, maquinário ou outro bem específico, pode solicitar um financiamento. Aqui o bem entra como garantia e por isso os juros costumam ser mais baixos e as parcelas, mais longas. O valor recebido tem uma finalidade definida e não poderá ser usado para nada além. Existe ainda outro termo muito conhecido, o consórcio.

Você sabe o que difere ele dos outros itens acima? Veja nesse post aqui.

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É cilada, Bino!

Talvez você tenha já caído em um golpe e não saiba. Será?

Tome muito cuidado antes de contratar um empréstimo ou financiamento!

Normalmente, se algo parece bom demais para ser verdade é porque não é mesmo verdade… infelizmente, amigo! Atenta a tudo o que se passa no mercado, a equipe Cabedal cruzou com uma matéria obrigatória do Correio (da Bahia) sobre esses golpes e riscos.

Confira! Ah, e antes de pensar em empréstimos e financiamentos empresariais, fale conosco!

Veja o que está por trás das ofertas de crédito fácil

Na terceira matéria da série Mitos e Verdades, especialistas mostram cinco armadilhas para ficar em alerta na hora de contratar um empréstimo

Aquela proposta de crédito fácil que chega seduzindo o consumidor que está no sufoco nem sempre vai tirar seu orçamento do vermelho. No desespero dá para pensar que o dinheiro caiu do céu, principalmente para aqueles que estão com o nome negativado nos órgão de proteção de crédito.

Porém, a verdade é que, como diz aquele ditado, ‘quando a esmola é demais, o santo tem que desconfiar’.

E precisa desconfiar mesmo, porque pode ser um truque. Na terceira reportagem da série da Carteira Correio sobre os Mitos e Verdades, especialistas em educação financeira vão mostrar estas situações que colocam o consumidor em risco na hora de contratar um empréstimo em financeiras.

O fato é que as pequenas e longas parcelas enganam e escondem um custo de financiamento que, muitas vezes, passa do dobro do valor que foi emprestado. “Isso faz com que o valor do crédito que cairá na conta seja menor do que se esperava, pois serão descontadas as taxas de serviços aplicáveis”, pontua a executiva-chefe de Operações da Geru Empréstimos Online, Tatiana Floh.

Por isso, não basta pesquisar taxas, mas também observar a reputação da instituição financeira. O alerta é do especialista em finanças pessoais e fundador do portal Konkero, Guilherme de Almeida Prado. “Inúmeros golpistas se fazem passar por bancos ou financeiras. Para empréstimo pessoal e consignado não é necessário pagar nada para ter a liberação, e não confie em ofertas com taxas extremamente baixas comparadas às praticadas no mercado”.

1. É GOLPE

‘A jornada é sempre a mesma: ofertas tentadoras que são usadas como ‘iscas’ para fraudadores’, afirma Tatiana Floh

Ofertas sedutoras Os golpes são antigos e mais comuns do que se imagina. Segundo a executiva-chefe de Operações da Geru Empréstimos Online, Tatiana Floh é preciso ficar ligado ao tipo de abordagem. “Hoje em dia elas são mais utilizadas por ferramentas como WhatsApp e redes sociais. A jornada é sempre a mesma: ofertas muito tentadoras que são usadas como ‘iscas’ pelos fraudadores”, destaca. Um risco grande para quem está sensibilizado por uma situação financeira complicada. “Ligações que solicitam dados ou permitem a contratação por telefone, sem  algum protocolo de segurança podem ser um indício da ação de oportunistas. Nenhuma empresa vem até a residência do cliente para recolher senhas, cartões de movimentação de conta vencidos ou bloqueados em troca de crédito”.

2. SALVAÇÃO PARA OS NEGATIVADOS

‘A questão é que por conta do risco, os juros são altíssimos’, analisa, Guilherme Almeida Prado

Não existe crédito sem custo A verdade é que assim como Papai Noel, duende ou coelho da Páscoa, não existe empréstimo mais barato para aqueles que estão com o nome negativado na praça. “A maior parte dos grandes bancos não concede empréstimos para negativados e só algumas financeiras oferecem para esse público. A questão é que por conta do risco, a cobrança desses juros é altíssima”, afirma o especialista em finanças pessoais e fundador do portal Konkero, Guilherme de Almeida Prado. Algumas financeiras, inclusive, chegam a argumentar que praticam a mesma taxa para clientes que estão com o nome limpo nos órgãos de proteção ao crédito. “É um custo que acaba comprometendo ainda mais a situação financeira, incorrendo no risco de não conseguir honrar o pagamento dessas parcelas e aumentar a um nível monstruoso o tamanho desta dívida”. Assim, o que era solução se torna um problema ainda maior: “É fundamental comparar antes de contratar, pois podem existir diferenças significativas”, completa Prado.

3. PACOTE NÃO FAZ MILAGRE

‘É importante tirar todas as dúvidas e entender qual a dívida que tem que ser paga’, destaca Davi Holanda

Serviços embutidos Nenhuma contratação de crédito pode estar vinculada a um pacote de serviços, como a contratação de um seguro, por exemplo. O alerta é do presidente da Acesso Soluções Financeiras, Davi Holanda. “É importante tirar todas as dúvidas e entender qual dívida que terá que ser paga”. Ainda de acordo com  ele, o problema mora naquelas aquelas letrinhas miúdas que quase ninguém enxerga e muitas vezes acaba deixando de ler. “Elas acabam expondo o consumidor aos pacotes milagrosos que fica vulnerável, sem saber o que realmente contratou e o quanto isso custou”, pontua. Os prazos extensos só redobram a atenção e a necessidade de um bom planejamento financeiro na hora de contratar um empréstimo, como aconselha o especialista: “Antes de tudo, crie uma rotina de cuidado com o dinheiro. Entenda o quanto ganha, gasta e o quanto guarda. O controle financeiro permite que o consumidor não precise recorrer a outros serviços de empréstimo. São cuidados essenciais para manter a saúde financeira”.

4. CRÉDITO NÃO TÃO FÁCIL ASSIM

‘A oferta de prestações pequenas escondem os juros mensais’, ressalta Edval Landulfo

Parcelas que não terminam nunca Sempre tem inúmeras taxas e custos extras embutidas na contratação do crédito. Quanto mais fácil, maior o custo. “A oferta de prestações geralmente pequenas esconde o pagamento de juros mensais que não amortizam o principal da dívida, portanto, o cliente perderá durante muito tempo um bom dinheiro apenas pagando os juros dessa linha de crédito”, analisa o economista e educador financeiro Edval Landulfo. As principais vítimas do crédito fácil costumam ser os pensionistas e aposentados. “Como a certeza dos pagamentos que têm data certa para cair na conta, eles se tornam ‘os queridinhos’ das financeiras”. Por isso, vale a pena ficar de olho também nos prazos. Quanto maior for o número de parcelas, mas caro o crédito fica. Também evite cair no papo das ofertas de renegociação da dívida antes do final do contrato. É pegar calculadora e fazer as contas do Custo Efetivo Total (CET). “Depois de alguns meses alguém vai te ligar oferecendo um novo crédito e estendendo o período daquele que já tem com taxas ainda maiores”, completa Landulfo.

5. DEPÓSITO ANTECIPADO É CRIME

‘Muito provavelmente você cairá em algum golpee nunca mais verá esse dinheiro’, diz Ricardo Maila

De jeito nenhum Não acredite em financeiras que pedirem algum tipo de depósito antecipado para que o crédito seja liberado. A prática é considerada crime, como chama atenção o especialista em gestão financeira e diretor da Plano Consultoria em Finanças Pessoais, Ricardo Maila. “Isso é proibido pelo Banco Central. Muito provavelmente você cairá em um golpe e nunca mais verá esse dinheiro. Além disso vão pedir cada vez mais e usar diversos motivos”. Não aceite aquelas propostas que tentam justificar o depósito para despesas jurídicas ou como uma espécie de ‘seguro’ pelo empréstimo, ainda que prometa que o valor será abatido das parcelas.  “Diariamente recebo relato disso em nossos canais. Linhas de créditos muito baratas, especialmente que pedem valores de taxas antecipadas são por quase todas as vezes golpes”, analisa. Fica aqui mais um conselho: pesquise sempre a re-putação da instituição que está ofertando o empréstimo no Banco Central, em sites de reclamação e até mesmo nas redes sociais.  “Observe tudo com muita cautela”.

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Você sabe o que BNDES oferece?

Conheça os principais financiamentos oferecidos pelo BNDES para pequenas empresas, produtores rurais e cooperativas:

  1. BNDES Finame – BK Produção: financiamento ao fabricante para a produção de máquinas, equipamentos, bens de informática e automação;
  2. BNDES Automático – Emergencial: apoio à retomada da atividade econômica em municípios afetados por desastres naturais, por meio de financiamento a capital de giro;
  3. BNDES Agro: apoio ao aumento da capacidade de armazenagem das agroindústrias e à aquisição de pulverizadores aéreos;
  4. Procap-Agro – Programa de capitalização de cooperativas: apoio à recuperação ou reestruturação patrimonial de cooperativas agropecuárias, agroindustriais, aquícolas e pesqueiras, por meio do financiamento para integralização de quotas-partes e para obtenção de capital de giro;
  5. BNDES Procapcred – Programa de capitalização de cooperativas de crédito: fortalecimento da estrutura patrimonial das cooperativas de crédito, por meio do financiamento aos cooperados para aquisição de cotas-parte.

Conheça as principais linhas de crédito oferecidos pelo BNDES para infraestrutura e tecnologia:

  1. Cartão BNDES: crédito pré-aprovado para aquisição de bens e serviços credenciados no Portal do Cartão BNDES;
  2. BNDES Automático – Projetos de Investimento: financiamento de até R$ 150 milhões para projetos de investimento de empresas;
  3. BNDES Finame – BK Aquisição e Comercialização: financiamento para aquisição e comercialização de máquinas, equipamentos, sistemas industriais, bens de informática e automação, veículos e aeronaves executivas;
  4. BNDES Finame – Energia Renovável: financiamento para aquisição e comercialização de sistemas de geração de energia solar e eólica e aquecedores solares, incluindo serviço de instalação e capital de giro;
  5. BNDES Finame – Moderniza BK: financiamento à modernização de máquinas e equipamentos instalados no país, com fornecimento contratado com os proprietários dos bens;
  6. BNDES Finem Eficiência Energética: financiamento a partir de R$ 10 milhões para projetos voltados à redução do consumo de energia e aumento da eficiência do sistema energético nacional.

Antes de falar com seu banco, fale com a Cabedal!

Além do BNDES, temos ainda dezenas de outras opções! Conheça!

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5 Motivos para Captar Recursos para o Seu Agronegócio em 2019

Atenta às tendências de Economia, Sociedade e Mercados, a Cabedal está cada vez mais próxima do segmento agropecuário e suas adjacências: o agronegócio – que inclui não só a produção agrícola e pecuária mas também as operações imobiliárias, infra-estruturais, tecnológicas e administrativas que sustentam o setor.

Neste post, vamos apontar 5 circunstâncias do cenário econômico atual que assinalam a necessidade urgente dos empresários do setor em captarem investimentos para seus negócios como forma de se manterem competitivos no mercado:

1. Expansão da demanda por produtos brasileiros no mercado internacional: como já falamos no post anterior, as barreiras alfandegárias entre os gigantes EUA e China devem fazer com que o interesse dos maiores mercados consumidores do planeta se concentrem em produtos em grande parte provenientes do Brasil – é possível, pois, que algumas safras encontrem o problema da “demanda reprimida” (mais demanda que oferta) e seus produtores precisem se antecipar ao problema e expandirem sua produção;

2. Atenção Governamental ao Setor Agrícola: livre de exigências político-partidárias, podemos esperar do atual Ministério da Agricultura, além de uma prometida “gestão técnica”, uma atitude muito mais proativa e efetiva quanto às demandas do setor. A traduzir-se em programas de auxílio governamental e linhas de crédito exclusivas para a produção agropecuária – uma alternativa de financiamento que não deve ser desperdiçada pelos produtores pois pode constituir uma janela breve de oportunidade;

3. Fortalecimento da Concorrência com o Norte e Nordeste do País: o governo atual, pela primeira vez em algumas décadas, está empenhado em resolver o grave problema das terras improdutivas da região nordeste do Brasil e deverá desenvolver programas de auxílio tecnológico aos produtores rurais locais além da liberação de linhas de crédito com custos significativamente subsidiados – o que deve representar uma ameaça interna aos produtores do sul, sudeste e centro-oeste que, para compensar, devem aprimorar seu desempenho através do (re)investimento em sua produção;

4. Necessidade de Equilíbrio Cambial e Financeiro: a maioria das safras atualmente disponíveis no mercado foram plantadas com dólar (e expectativa) próxima de 3,90 reais e deverá ser negociada com o dólar tendendo a 3,65 reais – o que demandará recursos para cobrir esse gap financeiro;

5. Necessidade de Diversificação: ante desfechos favoráveis ou desfavoráveis, a diversificação de portfólio é sempre uma boa ideia, garantindo a saúde de sua curva ABC e proteção contra a sazonalidade. No entanto, diante do realinhamento político brasileiro, há um forte indício de que alguns segmentos do mercado precisem receber atenção especial por parte de seus operadores. Observe, por exemplo, a aproximação entre Brasil e Israel que pode ameaçar a demanda pela carne brasileira no mercado árabe (seu principal mercado consumidor no mercado externo) – e deverá exigir novos esforços mercadológicos ou operacionais dos produtores do segmento;

Considere esses elementos para fazer uma análise SWOT do seu agronegócio para 2019.

Mas não se assuste!

Conte com a Cabedal para assessorá-lo em todas as etapas da obtenção de financiamentos e empréstimo para suas atividades no agronegócio.

Vamos tomar um café e conversar?

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Empréstimo: Como saber se minha empresa precisa de um?

Grandes ou pequenos, uma significativas parcela de empresários e empreendedores sentem ainda um certo desconforto com o termo “empréstimo” (e “financiamento”) e, consequentemente, evitam culturalmente o crédito empresarial.

Mas, você sabia que existem momentos em que injetar recursos em seu negócio significa aumentar os lucros de modo significativo?

Tal medida pode representar tanto uma estratégia “defensiva” – em que a empresa busca manter sua posição de mercado frente a concorrência e alterações naturais de cenário -, quanto “ofensiva”, quando a empresa busca otimizar sua dinâmica, melhorar seu desempenho ou aumentar seu market share antecipando-se aos seus pares.

Apontamos, dessa forma, 7 situações que justificam a tomada de empréstimo por parte do empresário:

  1. Pesquisa e Desenvolvimento: a sociedade e os recursos tecnológicos mudaram e seu produto ou serviço precisa acompanhar as tendências e “evoluir” – investimentos em P&D costumam ser altos, envolvendo pesquisas de mercado, análises e intervenções científicas de alto custo, sourcing e rearranjos operacionais.
  2. Expansão da Capacidade Produtiva: com ou sem incrementos qualitativos no produto, sua empresa deseja aumentar sua produção por diversas razões – melhoria de desempenho, otimização da estrutura, demanda reprimida etc. – são investimentos que incluem reformas estruturais, aquisição de equipamentos, contratação de mão-de-obra e treinamentos.
  3. Expansão Mercadológica: sua empresa produz com desempenho e qualidade satisfatórios mas seus estoques são o problema. Você precisa expandir seus mercados através do aumento da força de vendas, dos canais de distribuição, exportação ou modelos de acesso.
  4. Investimentos em Marketing: sua empresa mantém um bom desempenho (quantitativo e qualitativo) até uma concorrente aparecer com mais fôlego financeiro para investir na visibilidade da marca – seus clientes migram para a concorrência e você precisará se reposicionar no mercado para manter o market share. Necessitará, nesse caso de profissionais de marketing e de campanhas assertivas para atender à sua demanda.
  5. Crescimento Acelerado: sua campanha de marketing foi um sucesso e sua demanda está maior que sua capacidade de atendimento – retornamos à questão da “demanda reprimida”. Você precisará de mais funcionários, mais tecnologia, mais estrutura.
  6. Consultoria Administrativa (jurídico-financeiro-contábil): sua empresa aumenta as vendas, aumenta a produção, mas não parece estar lucrando mais? Você precisa de rever seus resultados, custos, despesas, estratégias tributárias e desempenho operacional.
  7. Otimização e Diversificação de Portfólio: lembra daquela diretriz “em time que está ganhando não se mexe”? Isso não se aplica à gestão! Mesmo quando sua empresa estiver indo muito bem, procure otimizar sua curva ABC, seu fluxo de caixa e suas atividades operacionais – o que chamamos de “kaizen” (a melhora contínua) – e considere diversificar seu portfólio com novos produtos e serviços, como forma de proteger sua empresa das eventuais intempéries do mercado.

Segundo pesquisa do SEBRAE, existem ainda outras razões pelas quais as empresas solicitam crédito.

Seja qual for a sua necessidade… Conte com a Cabedal para orientá-lo!

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Crescimento em 2020: 2,80%! Faça a sua parte!

Após quase cinco anos de recessão, 2019 apresenta esperanças significativamente concretas à economia brasileira. Segundo o Boletim Focus, as expectativas de crescimento (do PIB) são de 2,28% para 2019 e 2,80% para 2020.

No entanto, para melhor assinalar a recuperação da economia nacional, o Banco Central apresenta variações positivas em uma métrica muito mais impactante para o empresariado brasileiro: o saldo das operações de crédito (a empresas), que, pela primeira vez em três anos, vem registrando valores superiores aos de dezembro de 2015 ‒ demonstrando novo fôlego ao setor privado e, consequentemente, uma lenta porém efetiva recuperação da economia.

Essa expansão no crédito empresarial, todavia, ainda não se manifesta acessível a todos. Em pesquisa realizada pelo SEBRAE (agosto/2018), apenas 14% dos 6000 empresários entrevistados afirmou ter obtido empréstimo nos últimos 6 meses para o financiamento de seus negócios ‒ o menor percentual desde 2015.

Segundo a opinião dos entrevistados, os principais motivos seriam:

taxas de juros muito altas (47%)
falta de avalistas ou garantias (36%)
falta de documentação (22%).

À dificuldade na obtenção de empréstimo e financiamento para empresas – principalmente para as micro e pequenas – soma-se ainda a usual incapacidade técnica de seus gestores em identificar as reais carências na organização por aportes externos.

Segundo Jack Feliciano, ex-diretor do Programa de Pré-Aceleração de Startups da ONG InFolk no Brasil, “a maior parte dos empreendedores são especialistas no produto ou serviço com o qual pretendem operar no mercado e reúnem muito pouca – quando alguma – competência na área de gestão (…) Isso justifica a falência recorrente de ideias promissoras cujos gestores não conseguem conduzir suas iniciativas e não permitem que gestores técnicos o façam”.

A Cabedal se propõe a solucionar exatamente essas dores.

Quando acionada – usualmente quando o gestor sente a necessidade de recursos externos -, a Cabedal reúne corpo técnico especializado na identificação das necessidades pontuais da empresa: desde a correção de custos e despesas estruturais (tais como a otimização do uso de energia elétrica), a redução de tributos e o ajuste de gargalos produtivos até demandas e investimentos administrativos e operacionais que mais proficuamente impactam o desempenho organizacional.

Não obstante, a equipe assessora seus clientes na seleção das melhores linhas de financiamento atualmente disponíveis no mercado, no desenvolvimento de seu projeto de captação de fundos e análise documental e, até mesmo, na aplicação racional dos recursos obtidos.

Experimente um novo modelo de assessoria financeira!

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Para quem importa, a alta do dólar importa

Sabe sua ceia de Natal? É bem provável que neste ano, você tenha que dar uma “tropicalizada” nela, substituindo algumas delícias importadas.

Isso porque, segundo dados da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), houve um corte de cerca de 30% no volume importado de alguns produtos mais vendidos no Natal e Ano Novo. Itens como alimentos, bebidas e enfeites, sobretudo os chineses, foram os mais afetados com essa redução, por serem mais caros em reais ao consumidor e terem um risco de encalhe maior.

Tio Sam é democrático

Mesmo após as eleições presidenciais por aqui, o dólar se mantém em alta para os padrões e bolsos brasileiros, embora tenha voltado aos R$ 3,70 do início de agosto deste ano. “Ah, mas eu não me importo em pagar um pouco mais caro para ter a ceia que gosto”. É mesmo? Então sugiro que dê uma lida neste artigo para entender melhor como o dólar afeta seu bolso. Aliás, a moedinha do Tio Sam afeta todos nós.

Para se ter uma ideia, de janeiro a setembro deste ano, a variação do dólar chegou a 32,9%, batendo R$ 4,20 no mês de setembro, maior valor desde a criação do Plano Real, há 14 anos. Enquanto a moeda do Tio Sam sobe, o poder de compra da população desce.

Importador paga duas vezes?

Dependendo do câmbio do dia, sim! Além de pagar mais reais para trazer os produtos do exterior, as empresas ainda precisam nacionalizar essa mercadoria. Isso significa que devem pagar todos os impostos, despesas e taxas com frete portuário, porém, baseando-as na cotação do câmbio do dia anterior à data do desembarque do produto no porto. Ou seja, elas perdem no âmbito cambial e tributário.

Criatividade para reduzir prejuízos

As empresas que mantiveram o volume de encomendas de final de ano, apostando em uma trégua do dólar após as eleições, acertaram na estratégia. Por terem adiado os embarques no exterior, conseguiram colocar seus produtos no mercado a preços competitivos. E se tem algo que esse pessoal da importação entende, é a importância do cuidado ao precificar seus produtos para compensar os gastos no exterior e manter a clientela.

Muitas vezes, para sair do aperto causado pela variação cambial é preciso recorrer a algum tipo de linha de crédito. Mas esse é assunto para a nossa próxima Pau$a para Conver$a.

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